CQCS Innovation Latam: CEO da Zurich valoriza atuação do Corretor e diz que há muitas razões para ser otimista

O CEO da Zurich Brasil, Edson Franco, marcou presença na sexta e última parada do CQCS Innovation Latam, realizada nesta quinta-feira (19). Ao lado de Caribou Honig, presidente e cofundador do InsureTech Connect; Tatiana Mattar, Diretora de Novos Produtos da Pottencial Seguradora; Evandro Salles, CFO da Quiver; e Gustavo Doria Filho, idealizador do evento, o executivo falou sobre as perspectivas para o mercado de seguros e opinou sobre como o coronavírus impulsionou transformações no setor.

Também presidente da Associação Brasileira de Companhias de Seguros Internacionais (ABCSI), Edson Franco disse que a Zurich, presente em seis países na américa latina (Brasil, México, Argentina, Chile, Equador e Colômbia), vem mapeando e identificando tendências no comportamento dos clientes.

“Notamos um aumento no interesse por proteção, em especial no segmento de Vida, e produtos de bem-estar. Hoje, independentemente da idade ou geração, todos os clientes querem comodidade e, agora, buscam coberturas para questões que antes não davam atenção”, pontuou.

Com mais de 25 anos de experiência em seguros e previdência privada, e bancos, incluindo passagens pelo ABN Amro Real Bank (CTO e Head de Seguros de Vida da Real Seguros); Tokio Marine (CEO da Real-Tokio Marine Life & Pensions) e Banco Santander Brasil (Head de Previdência e Diretor do Comitê de Investimentos de Varejo), o executivo também analisou o papel do corretor. “Tivemos várias discussões na empresa e chegamos à conclusão que, no mercado de seguros, e especialmente no Brasil, a intermediação continua e continuará sendo muito valorizada. O corretor tem um papel fundamental, porque os conselhos e orientações seguem sendo importante”, destacou, completando em seguida: “Precisamos tornar os corretores mais eficientes digitalmente, sem perder o seu principal ativo, que é o relacionamento, a relação humana. E é papel das seguradoras amparar os corretores nessa hora, oferecer condições para os nossos parceiros de negócios, lembrando que a tecnologia não é um fim em si, e sim um meio”.

Graduado em Administração de Empresas pela FASP e com MBA (CEAG) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Edson Franco, que é membro do comitê gestor e do do comitê consultivo da CNSeg e 1º Vice-Presidente para o BoD, afirmou ainda que há “muitas razões para ser otimista”. “Acredito que a recuperação será mais rápida do que estamos projetando. O setor pode atingir um crescimento de 6 a 7%, talvez até acima dos dois dígitos, mas, claro, isso depende de como será uma possível segunda onda e também a vacina. Hoje ainda não temos as respostas, apenas as perguntas”, finalizou.

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